domingo, 15 de julho de 2012

Deus me guie, tá? Tenho medo de fazer a escolha errada.
Só quem arrepia cada centímetro do seu corpo e faz você sentir o sangue bombear num ritmo charmoso, é capaz de estragar o mundo quando parte.
Tati Bernardi. 
Tem certas coisas que passam rápido em nossas vidas, sabe? Às vezes, vem uns moleques que acham que ja são grandes homens, fazendo com que a gente acredite que todo tempo esperando pelo amor da sua vida valeu a pena, mas acontece que não é assim. Belas histórias, as vezes viram pesadelos. Quem hoje pisa, amanhã é pisado. Muitos julgam, mas poucos... poucos sabem pelo que eu passo. E, um concelho que eu dou, é que ninguém acredite em palavras, mas sim em ações porque as palavras podem ser bonitas, mas as ações podem ser diferentes.
O amor é assim mesmo, no final algum se ferra. E quando se ferra e depois se arrepende, pode ser tarde demais, e a pessoa que você brincou hoje, amanhã pode servir de exemplo pra você... exemplo de felicidade, ok?
Ah, e obrigado á você que me pisou, idiota.




(Beatriz Uchôa)
Eu sou uma espécie quase em extinção: eu acredito nas pessoas.
Tati Bernardi.
Ando sofrendo de cansaço, mas dessa vez não é físico.
Sean Wilhelm
Ele nunca foi a pessoa certa. Eu sempre soube. Ele não fazia as minhas vontades, não me demonstrava carinho o tempo inteiro. Me deixava de lado quando queria e voltava quando queria, também. Assim. Dono de tudo. Mandando e desmandando em mim. Ele nunca foi a pessoa certa, se a pessoa certa for aquela que não nos faz chorar, nem sofrer. Porque perdi a conta de quantas noites passei suplicando à Deus para que me fizesse esquecê-lo ou, simplesmente, chorando por ele ter me ignorado de alguma maneira. Ele nunca teve muita paciência comigo. Sempre falou alto e grosso quando a gente discutia, e quando eu sentia ciúmes, ele detestava. Fechava a cara pra mim, e eu quem ficava implorando por atenção. Ele nunca me presentou com flores ou coisas caras, não que eu precise, e muito menos que eu esteja reclamando. Mas, ele nunca, nunca se importou em me deixar algo que me fizesse lembrá-lo. Ele não segurava minha mão quando a gente andava na rua, não sei se era por medo ou vergonha, mas ele fazia questão de se comportar como um amigo. Ele nunca me acordou na madrugada mandando uma mensagem dizendo que não conseguia dormir por pensar em mim. Ele, no máximo, me ligava quando precisava de alguém para se sentir mais seguro, porque sabia que eu estaria sempre disponível para reerguê-lo. Mesmo que depois ele sumisse e me esquecesse durante dias. Ele nunca atendia os meus pedidos e nunca bateu na porta da minha casa quando eu precisasse desabafar com alguém. Eu sei, eu sei… Ele, infelizmente, não mora ao lado da minha casa, nem na próxima quadra ou cidade. Ele não poderia estar aqui na hora que desse um chilique, mesmo que ele quisesse. Mas esse é o problema: ele nunca quis. Mas ele, ele sabia exatamente como e quando me fazer sorrir. Aquela pose de sério e durão acabava quando ele me via chegando perto e sorrindo daquele jeito que ele gostava. E quando ele me abraçava, eu não sentia falta de mais nada. Nem de palavras bonitas, nem que ele gritasse pro mundo que ele sentia o mesmo que eu sentia por ele. Nada, nada, nadinha. Os braços dele em volta do meu corpo era o bastante. E, quando depois de dias, ele me ligava avisando que estava chegando para me buscar e que iríamos dar uma volta na praça, eu poderia estar ocupada ou com raiva o bastante para negar. Sabe o que eu fazia? Largava tudo. Largava tudo e aceitava. Largava tudo e não pensava em mais nada. Só no quanto seria bom ter a companhia dele. Ele podia ser a pessoa mais impaciente do mundo, mas ele nunca deixou de atender alguma ligação minha quando eu ligava de madrugada chorando pedindo para ele ficar comigo. Mesmo que ele não dissesse nada, e eu ficasse apenas ouvindo a respiração dele do outro lado da linha. Ele acreditava em mim. Acreditava que eu poderia ser alguém muito melhor que eu era, do que eu sou. Que eu seria capaz de tudo e qualquer coisa, bastasse eu falar “eu quero”. Mal sabe ele, que a força que havia em mim, era tudo o que ele me fazia sentir. Era ele. E só. Ele segurava minha mão quando estávamos sozinhos. Sorria sem jeito. Nervoso. E eu podia sentir, em cada palavra, em cada beijo na testa ou na ponta do nariz, o quanto eu estava certa em pensar que tanta teimosia era amor. Porque todas as vezes que ele negou ou, ao menos, tentou negar, era uma forma estranha de dizer “eu te amo”. Ele não ficava grudado em mim o tempo inteiro quando saíamos juntos mais alguns amigos, mas os olhares de ciúmes quando eu cumprimentava alguém de um jeito mais terno, me fazia ver que ele se importava, que ele cuidava de mim. Do jeito dele. Mas cuidava. Ele me deixava de lado pelos estudos e nos finais de semana para ficar em casa com os amigos, mas era eu quem sabia da vida dele melhor que ninguém. Eu sabia dos problemas, dos medos, das chateações diárias, das inseguranças… tudo. Melhor que ninguém. E ele também sabe. Sabe que nunca vai encontrar alguém que o conheça tão bem quanto eu. Alguém que o suporte e o entenda. Alguém que veja o lado fraco e sensível dele sem julgá-lo com nenhuma palavra. Ele sabe. Eu sei que sim. Do mesmo jeito que eu sei que nunca encontrarei alguém que me conheça tão bem quanto ele. Alguém que me ame e me aceite além dos meus defeitos, como ele. Alguém que saiba de todas as minhas necessidades, de todas as minhas manias, de todas as minhas inseguranças e frescuras. Ele sabe que o conforto que eu encontrava nos braços dele, nenhum outro será capaz de me dar. Ele sabe que nenhum outro irá acordar com mais de 30 mensagens de uma vez só falando de tudo que eu gosto ou não nele. Ele sabe que nenhum outro irá achar graça no meu jeito irônico de falar quando estou com ciúmes. Nem quando eu tentar me fazer de brava só para fazer pirraça. Ele sabe de tudo. De tudo. Porque ele, assim como eu, sabe que é amor. Sempre foi amor… Ele nunca foi a pessoa certa. Eu sempre soube. Só que eu nunca quis uma pessoa certa. E é por isso, por ele ser todo errado, que ele sempre foi o certo para mim.
- Desabafo de uma certa garota
Eu me lembrei, tão poucas vezes de você eu duvidei, fazia tudo pra poder te encontrar, ficar sozinho dava tempo pra pensar, em um minuto horas voavam e eu fazia de tudo pra te ver, e se eu errei por favor foi por você, ainda assim voltaria novamente pra descrever o que a gente sente, é tão difícil estarmos sós.
Podia ser pior - Darvin
— Confiar era tão fácil, não é?
—  Era mesmo.


(Beatriz Raed)
Sobre nós dois, ninguém vai saber de tudo.
Frejat
"O tempo passa, as pessoas se vão e as memórias ficam."
Clarice Lispector
“Sinto saudade de alguns velhos amigos, talvez não seja saudade, seja necessidade de viver tudo outra vez.”
—  Projota

sábado, 14 de julho de 2012

Te dei o meu amor
Você não quis cuidar
E hoje já não somos mais verdade, só o que nos resta é amizade. ♫
“Eu não quero lutar contra o mundo sozinha.”
The Pretty Reckless.
“Engole um espelho, menina. Aprende que bonito, é o que a gente é por dentro.”
Caio Fernando Abreu.
“As vezes não sonhar é melhor.”
Projota
Impossivel é uma palavra grande que gente pequena usa para tentar te oprimir.
“Todos os dias quando acordo, a primeira coisa que faço é sentir a sua falta.”
PS. Eu te amo.
Sua crítica me dá forças, me faz evoluir.

(Pacificadores)
“Duas palavras gigantescas: Sinto muito.”
A Menina que Roubava Livros.
“Apronto agora os meus pés na estrada.
Ponho-me a caminhar sob sol e vento.
Eles secam as lágrimas,
Vou ali ser feliz e não volto.”

Caio Fernando Abreu
“Ciúmes nem sempre é doença ou obsessão. É medo de perder, é cuidado, é proteção.”
Clarice Lispector.
“A pior coisa do mundo é quando alguém faz você se sentir especial, e de repente, te deixa de lado. E aí você tem que agir como se não se importasse.”
Skins.